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20/12/2017 - Para sempre

Retrospectiva relembra jogo do Friburguense pela Copa do Brasil

O ano de 2017 reservou momentos de emoções variadas para o Friburguense. A oportunidade de voltar a jogar uma competição nacional, a Copa do Brasil, ficará marcada na história do Tricolor da Serra. Não faltou luta aos jogadores e ao clube, que enfrenta dificuldades há anos, vive no limite financeiro e, mesmo assim, consegue sempre ser competitivo.

Naquele primeiro desafio da temporada, em fevereiro, o Frizão encarou o Oeste, equipe da Série B do Campeonato Brasileiro e da primeira divisão Paulista. Enquanto a parte física e o ritmo de jogo não pesaram, a equipe fez um boa apresentação no estádio Eduardo Guinle, em duelo bastante equilibrado e vencido pelos visitantes.

"Devido à grande campanha na Copa Rio de 2016, perdemos oito jogadores da nossa equipe e isso atrapalhou muito para o primeiro jogo. Fomos com um time muito jovem, e fizemos até um primeiro tempo bom. Enquanto conseguimos um ritmo bom, igualamos e tivemos chances. Mas a gente já temia a falta de ritmo, por estarmos há seis meses sem uma partida oficial. O Oeste já estava no meio do Campeonato Paulista, na quarta ou quinta rodada. Isso faz diferença no futebol, e foi o que aconteceu no segundo tempo. Ainda tivemos a lesão de alguns jogadores experientes, e acabamos não passando de fase. Mas foi um momento histórico, pois há cinco anos não disputávamos uma competição a nível nacional. Foi uma grande festa, com a presença da torcida e vai ficar marcado de forma positiva em nossa história", relembra o gerente de futebol do Friburguense, José Siqueira, o Siqueirinha.


Jogo com o Oeste é mais um momento histórico vivido pelo Friburguense

Naquele jogo com o Oeste, mais de duas mil pessoas compareceram ao estádio Eduardo Guinle, público que, nem de perto, se repetiu na série B Estadual. Em 2018, em meio às limitações financeiras, o Friburguense, mais do que nunca, precisará da presença e do apoio de sua torcida.

"Eu costumo dizer que qualquer artista, independente da função que exerce, precisa de público, de plateia. Faz uma diferença muito grande. É o combustível, incentiva. A gente sempre compara com 2011, pois disputamos a segunda divisão apenas duas vezes em cinco anos, e naquela ocasião a torcida abraçou. Tivemos uma média de 700 a 800 pessoas, a melhor do campeonato. A gente precisa do apoio da torcida, da cidade, e isso foi muito reduzido. Sei que existem argumentos. Antes era preço de ingresso, mas hoje cobramos o mínimo de dez reais. Nova Friburgo está longe de abraçar a equipe de verdade. Precisamos da nossa torcida", completa o dirigente.

Autor: Vinicius Gastin

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