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25/02/2017 -


Nada mais friburguense do que colorir a Avenida Alberto Braune com as cores do Friburguense. Desde 2005, o azul, vermelho e branco unem futebol e carnaval, misturando duas paixões nacionais, e desfilando todo o orgulho de ser Tricolor da Serra. No entanto, talvez nunca tenha sido tão bom quanto esta sexta-feira (24). A previsão era ter 500 componentes, mas aos poucos outras centenas se juntaram aos foliões do Blocão do Frizão. De repente um verdadeiro mar tricolor tomou conta da passarela do samba, tornando histórico o desfile de 2017.


Animação começou ainda na concentração, quando centenas já se reuniam desde cedo

O Bloco apresentou algumas novidades na apresentação deste ano. Uma delas foi o canhão de papel picado, que disparava as cores do Friburguense para o alto e levava o público ao delírio. Toda a arquibancada cantou o samba composto por César Fonseca, de bela letra, melodia e fácil aprendizagem. A passarela mais parecia as arquibancadas do estádio Eduardo Guinle em dia de decisão: vibrante, participativa e emocionada.


Avenida logo foi tomada por um mar de azul, vermelho e branco

Como é tradição, alguns jogadores do Friburguense marcaram presença no desfile. Dentre eles Bidu, Sergio Gomes e Ziquinha, símbolos do Tricolor da Serra. Junto a eles os familiares, outra marca registrada do Bloco do Frizão. Dezenas de crianças juntaram-se aos pais para viver mais uma noite especial na Alberto Braune. Empolgação desde a concentração até a dispersão, com direito a continuidade em um restaurante no Centro da cidade. Um desfile para entrar na história do carnaval friburguense.


Empolgação até o último momento: desfile entra para a história do Bloco

Autor: Vinicius Gastin

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